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Alterações nas Regras FIBA em 2017

 

Concentrando-se nos pontos mais importantes (Andar e Falta Antidesportiva)

Após divulgação pela FIBA de um resumo nas mudanças de regras válidas a partir de 1º de outubro de 2017, com aplicação obrigatória até 1º de outubro de 2018, a comunidade do Basketball mundial passa a ter necessidade de ser atualizada para iniciar a aplicação em suas competições.

Desta forma, a Federação Paraibana, através dos seu Diretor e Coordenador Regional de Arbitragem da CBB para o Nordeste o árbitro nacional Felipe Adelino, aproveitou o evento nesta quinta-feira (12.04) e apresentou aos presentes tais alterações.

Com as mudanças, treinadores, jogadores, árbitros, oficiais de mesa e torcedores terão que se ajustar a algumas decisões importantes que foram atualizadas em resposta ao jogo que se torna mais rápido, mais atlético e mais tático em algumas situações. As duas principais mudanças envolvem faltas antidesportivas e o andar.

Os fãs dos Basketball provavelmente irão ver menos marcações de andar a partir de agora, mas, se os jogadores não se adaptarem rapidamente, os fãs também poderão ver mais faltas e jogadores antidesportivos indo para um banho cedo depois de serem desqualificados do jogo.

A FIBA altera a regra de andar em resposta a um jogo mais dinâmico, ao mesmo tempo em que tenta trazer alguma (mas não total) paridade para andar na NBA.

Jogadores que pegarem a bola em movimento ou depois de um drible agora terão permissão para um passo de coleta (passo 0) seguido por seus dois passos legais no ato de arremessar ou passar.

Para o olho inexperiente, mas entusiasta dos fãs, o que parecerá três passos (passo 0 seguido de 1-2) é agora legal, mas quatro etapas, ou trabalho de pés ilegal no início de um drible enquanto parado, continuarão a ser penalizados. Resumindo: Uma combinação de etapas esquerda-direita-esquerda ou direita-esquerda-direita é legal.

Em relação a Falta Antidesportiva, a partir de agora, será considerado como falta antidesportiva o contato do jogador defensivo, sem nenhuma tentativa legítima de jogar diretamente a bola dentro do espírito e intenção das regras, causando um contato desnecessário, a fim de parar o jogo rápido ou o progresso da bola de uma equipe ofensiva em transição. Isso se aplica até que o jogador ofensivo comece o ato de arremessar.

Outra situação também introduzida neste momento são as faltas táticas, deliberadas ou de “parada do relógio” com muitas pausas, ainda as faltas em transições rápidas terminando em lances livres ou posse de linha, agora ocorrem quando na transição em que um jogador não tem uma posição de marcação legal são agora consideradas “desnecessárias” e serão marcadas automaticamente como falta antidesportiva.

Resumidamente temos 5 Critérios para marcação de faltas Antidesportivas: C1 – Jogador não tenta jogar a bola; C2 – Contato excessivo; C3 – Falta desnecessária na transição; C4 – Faltas no contra-ataque sem defensores entre o atacante e a cesta, com falta do lado ou atrás e por último C5 – Falta defensiva cometida com a bola ainda nas mãos do jogador que irá repor para dentro da quadra, nos últimos dois minutos do último período ou prorrogações do jogo

Outras alterações de menor repercussão, também foram tratadas, são elas: Desqualificação do jogo (GD), onde agora também é válida por 1 falta técnica e 1 falta antidesportiva onde o jogador será desqualificado pelo restante do jogo; Número máximo de membros de delegação, agora passa a ser no máximo 21, sendo 5 em quadra, mais 7 atletas no banco e outros 9 como membros de equipe, também no banco; Uniformes e Equipamentos da equipe e Procedimento de protesto.

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