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CBF manda oficializar descaso na Paraíba

Faz cerca de um mês que a Operação Cartola ganhou o reconhecimento da Justiça depois de um trabalho da Polícia Civil e Ministério Público aceitando determinação do MPPB que apontou árbitros, dirigentes da Federação Paraibana de Futebol, Tribunal de Justiça Desportiva, dirigente do Botafogo como envolvidos, no esquema de irregularidades.

Mas, o secretário da CBF Walter Feldman esteve no início da semana, em João Pessoa, como nada disso tivesse acontecido e fez discurso para defender a parte podre que apoia o maior esquema de compras de resultados do nosso futebol em 100 anos.

Em entrevista ao jornalista Raniere Soares, o secretário geral Walter Feldman disse “É legítimo os clubes se reunirem para avaliar o atual quadro e tomarem decisões sobre seu futuro, contanto que seja estatutário e dentro das normas vigentes do país e os órgão responsáveis julgarão isso. Nós esperamos que essa decisão seja autônoma e independente. Está na Constituição Federal e nós queremos respeitar esse artigo que estabelece que o desporto precisa ter essa estrutura de funcionamento”.

Talvez, o senhor Feldman não tenha conhecimento que a Justiça afastou Amadeu Rodrigues do cargo de presidente da Federal Paraíba de Futebol (FPF), e também de Lionaldo Santos (presidente) e Marinaldo Barros (procurador) do Tribunal de Justiça Desportiva de Futebol da Paraíba (TJDF-PB), de José Renato e Severino Lemos da Comissão Estadual de Ábitros de Futebol da Paraíba (CEAF-PB) e Genildo Januário (vice-presidente) do Sindicato dos Árbitros da Paraíba.

Foram  afastados pela Justiça da Paraíba para cumprir as medidas judiciais, o diretor do Botafogo, Breno Morais, e os árbitros Adeilson Carmo Sales de Souza, Antônio Carlos da Rocha (Mineiro), Antônio Umbelino, Eder Caxias, Francisco Santiago, João Bosco Sátiro, José Maria Netto, Tarcísio José, Josiel Ferreira da Silva e José Araújo, diretor da FPF.

 

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