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Gerente de futebol faz avaliação positiva da participação do Treze no Paraibano

Em 2013 o Treze ficou a um gol apenas de conseguir o acesso para a Série B do Campeonato Brasileiro. A derrota para o Vila Nova-GO, por 2 a 0, nas quartas de final da terceira divisão, deu início a uma época sombria no estádio Presidente Vargas.

No ano seguinte o alvinegro ficou fora das finais do Campeonato Paraibano, deixando de participar das Copas do Nordeste e do Brasil de 2015, e na Série C acabou sendo rebaixado, ocupando na nona colocação do Grupo A.

Já em 2015, o Galo mais uma vez não ficou entre os dois melhores times do estadual, e na Série D não conseguiu passar da fase de grupos, tendo terminado em terceiro lugar, atrás de Central-PE e Estanciano-SE.

Como em 2016 não tinha calendário para o segundo semestre garantido, o time, que chegou as quartas de final da Copa do Brasil de 2005, teve dificuldades para montar seu elenco, e mais uma acabou vez fora da decisão do Paraibano, sendo obrigado a encerrar suas atividades da temporada no dia 24 de abril. A situação de ter que fechar as portas antes da metade do ano se repetiu este ano, já que as vagas para a Série D de 2017 foram definidas de acordo com o estadual do ano anterior.

Nesta temporada, o Treze investiu pesado para voltar a ser protagonista do futebol paraibano. Trouxe Marcelinho Paraíba aos 41 anos para ser o líder do grupo de jogadores.

Foto: Voz da Torcida

Mas o percurso durante o estadual não foi fácil. Atraso de salário, más atuações e resultados insatisfatórios fizeram parte principalmente da primeira metade do torneio. O falecimento do presidente do clube, Petrônio Gadelha, foi mais um percalço que o alvinegro teve que superar.

Mas no final, quase tudo deu certo. O Galo voltou a vencer o Campinense após quatro anos, resultado que garantiu a vaga na final da competição, e a presença na Copa do Brasil, Série D e pré-Nordestão de 2018. Na decisão, perdeu para o Belo por 3 a 2 em Campina Grande, e empatou por 1 a 1 na capital, terminando o certame como vice campeão. Por isso o “quase”.

O diretor de futebol do clube, Gil Baiano, falou após a perda da taça para o Botafogo-PB no último domingo (07), e avaliou o ano do Galo.

– O que nós queríamos era sair com o título de campeão. Demonstramos condições para isso, principalmente da metade para o fim da competição. Pegamos um clube com problemas de ordem financeira, administrativa, contábil, sem calendário, e por isso tivemos uma dificuldade imensa de montar nosso elenco, já que os jogadores preferem optar por clubes em que possam fazer um contrato anual. Tivemos uma grande perda, do nosso presidente Petrônio Gadelha, que abalou a estrutura do clube. Fizemos uma troca no comando técnico porque achamos necessário no momento. Celso (Teixeira, que substituiu Leocir Dall’Astra) trouxe alguns atletas que já conhecia e nos ajudou muito. Conseguimos chegar na final com plenas condições de ser campeões. Conseguimos avançar nas semifinais contra o maior rival, garantimos vaga na Copa do Brasil e na Série D do ano que vem, e também na pré Copa do Nordeste. O saldo é positivo – pontuou.

Ainda durante o Paraibano, o dirigente deixou o clube e foi substituído por Fred Gomes, que não passou muito tempo na função, e depois retornou ao clube para ficar a frente do futebol no mata mata. Gil Baiano explicou a situação, e garantiu que não houve desentendimento algum com membros da diretoria, a quem considera amigos pessoais.

– Minha saída se deu por conta de alguns problemas pessoais. Solicitei a diretoria, que me liberou depois de encontrar o Fred. Fui para Salvador, mas não deixei de trabalhar pelo Treze, de lá mesmo ajudava o Fred. Com sua saída, a diretoria me pediu para voltar para a reta final por ter conhecimento de casa, e eu não tive como negar – explicou.

paraibaonline.com.br

O prazer de dirigir bem equipado


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