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Mais uma bagunça no futebol da Paraíba

Mais uma bagunça no futebol da Paraíba, de tantas que já foram registradas por aqui. Quando se fala que os órgãos competentes que administram nosso futebol não têm compromisso com o bem comum, que conta com todos envolvidos neste contesto, clubes, torcedores e imprensa, alguns bajuladores de plantão contestam.
Neste caso do momento envolvendo o cancelamento de uma partida da fase semifinal do Campeonato Paraibano fica muito claro, de acordo com as decisões para qual lado estes órgãos estão, como denunciam alguns defensores do direito.
O jogo entre Botafogo e Treze estava marcado para o dia 18 de março no estádio Almeidão, de acordo com a tabela divulgada desde do início da competição, como manda o regulamento, pois já se sabia quem se enfrentariam nas fases.
Mas, apareceu o hiato, seguindo o mesmo modelo que o País vem sendo administrado, através do golpe, como a imprensa nacional tem denunciado, com base em opiniões de especialista nos modelos de administrações.
O TJDF-PB, de acordo com denuncia do Treze, usa das beneficias que a Lei faculta ‘rasga’ a tabela do Campeonato Paraibano numa sexta-feira à tarde, cancelando uma partida que vale uma classificação. Com isso, prejudica duas torcidas (de Treze e Botafogo).
Além chocar uma cidade inteira (Campina Grande) e ainda cometer um grave ato, segundo informações da diretoria do Treze e confirmação do secretário do TJDF-PB), esconde o processo prejudicando a defesa do vitimado.
Com isso, seguindo o entendimento dos denunciantes, começa o entendimento que a peça montada já tinha um sentindo: não realizar a partida no domingo, como mandava a tabela, afrontando o Estatuto do Torcedor e desrespeitando a imprensa e a torcida, sem se falar na afronta ao bem estar do futebol, o esporte mais popular que reúne homens e mulheres, muitos que têm os jogos de futebol como seu principal lazer.
Mas, este assunto, de acordo com os levantes dos trezeanos, não para por aí, quando o entendimento é que o planejamento foi não realizar o jogo, e assim, beneficiar um lado. A Federação Paraibana de Futebol de ponto aceitou a decisão do TJDF-PB.
Porém, a diretoria da FPF se escondeu por traz do birô e não publicou nenhuma nota justificando o cancelamento do jogo, ainda segundo denuncia do Treze. A propósito alguém leu no site da FPF alguma informação sobre isso?
Tudo bem, veio a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBF, mandando a Federação realizar o jogo que já estava marcado, com local definido, arbitragem definida, Polícia Militar solicitada. Mas, o que aconteceu? A Federação se escondeu, mais uma vez, conforme informação do jurídico do Treze.
Mais uma vez, a FPF se esquivou, se escondeu, para não realizar o jogo, de acordo com o Treze, para continuar a mesma reta de prejudicar um time e ajudar outro. Também não publicou no site qualquer justificativa plausível, para não cumprir a determinação do principal órgão judicante do futebol brasileiro. Agora, o futebol paraibano corre o risco de sofrer uma intervenção, mas este assunto fica para outro momento.
Então, conforme  o jurídico do Treze, para ter um fundo de verdade basta seguir os passos das decisões tomadas pelo TJDF e FPF: o processo desaparecer no TJDF; a FPF não divulgar qualquer nota sobre o adiamento do jogo; depois a FPF não atender a determinação do STJD, atropelando uma decisão do maior órgão da Justiça Desportiva Brasileira.
O jogo estava marcado, não precisa pedir Polícia, a logística estava definida desde da semana passada. Mas, o Treze aponta e parece com razão, estava tudo planejado pelos órgãos competentes que deviam administrar nosso futebol como mediadores e não como ditadores.
Outra coisa, o Auto Esporte jogou durante todo campeonato em Cruz do Espírito Santo, mas a FPF fez questão de marcar a partida do Auto com a Desportiva para o Almeidão, exatamente no domingo. Poderia ter colocado esta partida para o sábado.
A prova é que, a proposta da FPF, nesta atual administração, como se queixa o pessoal de Patos, Cajazeiras, Sousa, Guarabira e Campina Grande, é centralizar o futebol na Capital, deferente de outras administrações que promoveram o futebol de Monteiro, Solânea, Bananeiras… Será que vamos voltar a ter campeonato só com os clubes do Litoral?

Por Franco Ferreira

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