Antigamente se apreendia ainda menino respeitar as autoridades, a partir dos meus pais, avós, tios, os mais velhos, padres, policiais e diretores públicos. Mas nos últimos tempos e já não é tão comum. Os exemplos são evidentes.
Atualmente, o futebol paraibano passa por uma situação dessa que ninguém respeita ninguém. Há 68 dias, a Polícia Civil e o Ministério Público da Paraíba deflagraram a Operação Cartola, com o objetivo de apurar uma série de denúncias.
As autoridades centralizam cobra de árbitros, manipulação de resultados, no Campeonato Paraibano, e segundo a Polícia Civil e Ministério Público os envolvidos são os mandatários da Federação Paraibana de Futebol, Tribunal de Justiça Desportiva, dirigentes de clubes e arbitragem.
Sem punição para os envolvidos até agora, o presidente da Federação Paraibana de Futebol, um dos envolvidos, ganha de presente o apoio de clubes para se reeleger e ainda volta a assumir o cargo depois de passar um mês afastado, numa manobra da CBF que apenas esperou esfriar o caso.
A volta da alta cúpula da Federação, para os moralistas é uma desmoralização para o paraibano, e uma afronta para o trabalho feito pelas as autoridades, no caso, a Polícia Civil e o Ministério Público. Uma vergonha para os desportistas que zelam pela honestidade do nosso futebol.

















