As medalhas Olímpicas do Brasil em Tóquio - SóEsporte
Futebol

As medalhas Olímpicas do Brasil em Tóquio

O atacante Matheus Cunha e o goleiro Santos são destaques em Tóquio. Fotos - redes sociais

Teve medalha para todos os gostos, dos esportes coletivos aos individuais, dos tradicionais aos estreantes, de homens e de mulheres. Favoritos e surpresas, veteranos que enfim conquistaram sua medalha e novatos que chegaram com autoridade. E ainda pode ter mais na reta final dos Jogos, já que o Brasil está na final do vôlei feminino e Beatriz Ferreira será ouro ou prata no boxe.

Confira nossa lista e já entre na nostalgia:

Kelvin Hoefler (prata) – Skate, street masculino
A primeira medalha do Brasil saiu em um esporte que já entrou nos corações dos brasileiros. De Guarujá para o mundo, Hoefler deixou grandes favoritos como Nyjah Houston para trás e mostrou que o skate brasileiro não viria a Tóquio a passeio.

Rayssa Leal (prata) – Skate, street feminino
O Brasil não é mais o mesmo após conhecer a encantadora Fadinha. Aos 13 anos de idade, a skatista mirim encarou com muita personalidade e maturidade a pressão e conquistou a prata em uma nova muito acirrada. Uma conquista da esperança.

Italo Ferreira (ouro) – Surfe, masculino
Um dos grandes nomes do skate mundial agora também é campeão Olímpico. O potiguar demonstrou muita tranquilidade e estratégia no complexo mar de Tsurigasaki e fez o Hino Nacional Brasileiro ser tocado pela primeira vez nos Jogos.

Rebeca Andrade (prata) – Ginástica artística, Individual geral feminino
Em uma das provas mais emblemáticas dos Jogos Olímpicos, em que pessoas do mundo todo param para assistir, Rebeca mostrou o ‘Baile de Favela’ e o melhor do Brasil. Segura, alegre e incrivelmente talentosa, ela se consolidou como uma das ginastas mais completas do mundo e conquistou a primeira medalha Olímpica da ginástica feminina brasileira.

Daniel Cargnin (bronze) – Judô, peso meio-leve masculino
O judô brasileiro subiu ao pódio pela primeira vez no emblemático Budokan com Daniel Cargnin, o gaúcho de 23 anos que dedicou a conquista a sua mãe após superar lesões e dificuldades na pandemia.

Fernando Scheffer (bronze) – Natação, 200m livre masculino
Uma medalha de certa forma inesperada, mas não para ele. Scheffer sabia do seu comprometimento, que envolveu nadar em um açude durante a pandemia quando os clubes estavam fechados.

Rebeca Andrade (ouro) – Ginástica artística, salto feminino
Um Cheng e um Amanar. Os brasileiros jamais esquecerão esses dois nomes que deram ao Brasil o primeiro ouro na ginástica feminina. Rebeca elevou o patamar da prova com dois saltos de altíssima dificuldade e desta vez subiu ao topo do pódio.

Mayra Aguiar (bronze) – Judô, meio-pesado feminino
A primeira brasileira a conquistar medalhas em três edições diferentes dos Jogos Olímpicos. Mayra superou nada menos que sete cirurgias para sempre poder mostrar o seu melhor nos momentos mais importantes. Sem dúvida, um dos grandes nomes Olímpicos da história do Brasil.

Bruno Fratus (bronze) – Natação, 50m livre masculino
Finalmente medalhista Olímpico! Bruno Fratus bateu na trave muitas vezes, mas o seu esforço de ter permanecido na elite da prova mais rápida da natação foi recompensado em Tóquio. De quebra, protagonizou uma das cenas mais românticas dos Jogos ao beijar a esposa Michelle Lenhardt após o pódio.

Laura Pigossi e Luisa Stefani (bronze) – Tênis, duplas femininas
Nem o fã de tênis mais otimista poderia prever esta medalha. Há duas semanas dos Jogos, elas nem sabiam que iriam ao Japão. Com desistências, elas entraram, derrubaram várias duplas favoritas, salvaram quatro match-points na disputa do bronze e deram ao Brasil sua primeira medalha Olímpica no tênis. Que história!

Martine Grael e Kahena Kunze (ouro) – Vela, 49er FX feminino
O par perfeito da vela brasileira não deu chances às concorrentes mais uma vez. Martine e Kahena mostraram que a amizade, o companheirismo e a dedicação sempre vencem.

Alison dos Santos (bronze) – Atletismo, 400m com barreiras masculino
Em uma das provas mais incríveis de Tóquio 2020, um corredor de São Joaquim da Barra, de 21 anos, fez o terceiro melhor tempo da história dos Jogos Olímpicos e o quarto de todos os tempos. Alison, o Piu, é uma grande revelação do atletismo brasileiro, e ainda por cima é a ousadia e alegria que todos precisamos.

Thiago Braz (bronze) – Atletismo, salto com vara masculino
O campeão da Rio 2016 chegou desacreditado a Tóquio após temporadas irregulares. Mas a lição foi ensinada mais uma vez: nunca duvide de Thiago Braz nos Jogos Olímpicos. No momento que precisou, ele fez a sua melhor marca do ano e levou mais uma medalha para casa.

Ana Marcela Cunha (ouro) – Maratona aquática, 10km feminino
Uma gigante das águas abertas que finalmente conquistou a medalha que merecia por toda a sua carreira. A baiana deu um show de estratégia e resistência, liderando a segunda metade da prova e colocando um corpo de distância nos últimos 500 metros. Uma verdadeira aula.

Abner Teixeira (bronze) – Boxe, peso-pesado masculino
O boxe novamente marca presença no quadro de medalhas do Brasil nos Jogos Olímpicos, e o primeiro boxeador a ganhar uma medalha em Tóquio foi Abner Teixeira, que deu encarou de igual para igual o tetracampeão mundial Julio Cesar la Cruz na semifinal.

Pedro Barros (prata) – Skate, park masculino
Um dos maiores personagens do skate brasileiro, Barros mostrou que a experiência também conta no esporte e deu shows de giros 540 na pista de Tóquio, colocando o Brasil novamente no pódio.

Isaquias Queiroz (ouro) – Canoagem velocidade, C1 1000m masculino
Ele prometeu e cumpriu. Após três medalhas na Rio 2016, o canoísta baiano enfim se tornou campeão Olímpico. Isaquias não tomou conhecimento dos adversários nas eliminatórias, na semifinal e na final, soberano na prova. Um gigante do esporte Olímpico brasileiro, que ainda tem mais para mostrar.

Hebert Conceição (ouro) – Boxe, peso médio masculino
Mais um campeão Olímpico da Bahia em Tóquio 2020! Com um belo nocaute diante do adversário na final, Hebert mostrou que não existe impossível no boxe e no esporte.

Seleção brasileira (ouro) – Futebol masculino
Com uma vitória na prorrogação contra a Espanha, o Brasil se impôs como país do futebol mais uma vez no torneio Olímpico masculino, defendendo o título conquistado na Rio 2016. O veterano Daniel Alves liderou a equipe, que também contou com boas apresentações de Richarlison e com um gol decisivo de Malcom na final.

Com informações do olympics.com

Clique para comentar

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.