Bahia conclui venda da SAF para o City e ingressa no Grupo de forma oficial
O Bahia é, de forma oficial, um dos clubes do Grupo City. Cinco meses depois de os sócios do terem aprovado a venda de 90% da SAF para o conglomerado, o processo está concluído. Na manhã desta quinta-feira, um evento marcou a finalização do ingresso do Tricolor como o 13º clube do Grupo City. A passagem de bastão contou com a presença do CEO do grupo, Ferran Soriano.
O evento desta quinta foi apenas a formalização pública do processo que estava em andamento desde o ano passado. A previsão inicial no contrato entre o Bahia e o Grupo City era de que a mudança ocorresse em até nove meses. Durante esse percurso, além da criação da SAF, foi feita a transferência dos bens para a nova entidade.
Na quarta-feira, por exemplo, foi concluída a transferência dos contratos dos atletas. Os jogadores agora têm vínculo com o Bahia S.A.F., que tem novo número de CNPJ e um registro diferente nas competições nacionais.
Logomarca no centro de treinamento
As novas cores do Bahia SAF já são vistas no CT Evaristo de Macedo. Desde a última quarta-feira, a logomarca e as cores do Grupo City são exibidas no centro de treinamento tricolor.
Agora, o escudo do Bahia divide espaço com a logomarca do City Football Group na entrada do CT.
A marca do conglomerado também já é exibida nos alambrados que cercam os campos de treinamento na Cidade Tricolor. Neste espaço, a logo do City Football Group aparece ao lado do símbolo do Bahia e de patrocinadores do clube.
Nas redes sociais, alguns torcedores pontuaram o predomínio do “azul City” em detrimento as cores do Esquadrão.
Em 2023, o Bahia também já lançou um uniforme em alusão ao Grupo City.
A venda de 90% da SAF do Bahia está aprovada pelos sócios desde o dia 3 de dezembro. O conglomerado participou diretamente da montagem do atual elenco, com investimento de mais de R$ 80 milhões para compra de jogadores. Outros atletas que pertencem a clubes do Grupo City também foram emprestados do Tricolor.
O acordo permanecerá em vigor por um prazo determinado de 90 anos, renovável por períodos adicionais. Vale lembrar que o Grupo City se comprometeu a aportar R$ 1 bilhão no Bahia da seguinte forma:
Mínimo de R$ 500 milhões para a compra de jogadores;
R$ 300 milhões para o pagamento de dívidas;
R$ 200 milhões para infraestrutura, categorias de base, capital de giro, entre outros – único item não obrigatório.


















