Botafogo faz conciliação e paga dívida de R$ 53 mil a Ferdinando Teixeira - SóEsporte
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Botafogo faz conciliação e paga dívida de R$ 53 mil a Ferdinando Teixeira

Em audiência que aconteceu no Núcleo de Conciliação do TRT, nesta quarta-feira, o Botafogo pagou um débito ao treinador Ferdinando Teixeira que devia deste 2004. O valor é de R$ 53 mil.

De acordo com o assessor do TRT, José  Vieira Neto, o Botafogo Futebol Clube de João Pessoa e o ex-técnico Ferdinando Teixeira fecharam o acordo na Justiça do Trabalho nesta quarta-feira, 8. A audiência aconteceu no Núcleo de Conciliação – Nucon, coordenado pela juíza Nayara Queiroz.

Pela conciliação, o ex-técnico vai receber R$ 53.300,00, sendo R$ 4.100,00, referente à primeira parcela do acordo e o restante em 13 parcelas. Ferdinando Teixeira treinou o Botafogo no período de 27 de dezembro de 2004, foi afastado no dia 06 de maio de 2005 e recebia uma salário de R$ 9 mil.

Esta foi a primeira audiência realizada no Núcleo de Conciliação, que é uma das grandes novidades da Justiça do Trabalho para este ano. É responsável por realizar audiências de tentativa de conciliação judicial, preliminares à audiência designada para a defesa ou em qualquer fase processual, e homologar os acordos que lhe forem submetidos.

O Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos – Nucon, funcionará em um casarão do TRT na Lagoa do Parque Solon de Lucena, em João Pessoa, onde está o Serviço de Documentação e Arquivo – SDA. Enquanto os trabalhos de adaptação não são concluídos, está instalado no pavimento E2 do empresarial João Medeiros (Shopping Tambiá), no Fórum de João Pessoa.

Abordagem Rogeriana

A juíza Nayara Queiroz tem utilizado uma abordagem Rogeriana, propondo um clima  favorável à conciliação, com o envolvimento de todas as partes, inclusive do magistrado. “O psicólogo Carl Rogers ficou famoso por desenvolver um método psicoterapêutico centrado na pessoa e que usa a confiança para poder fazer com que ela encontre a própria cura. A abordagem Rogeriana, implica na adoção de atitudes pelo magistrado conciliador, que promovem a facilitação do diálogo. O diálogo melhora a confiança nas pessoas, que, fixando suas existências na presença do companheiro, se tornam mais autônomas e fortalecidas.

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