O ritmo intenso de jogos na temporada teve um custo alto para o Botafogo, principal representante da Paraíba no cenário esportivo nacional. Até o fechamento da Maravilha do Contorno, na quinta-feira, devido ao distanciamento o social contra o coronavírus, o clube tinha cinco jogadores entregues ao Departamento Médico: o goleiro Samuel, o atacante Lohan, o meia Enercino, o atacante Kelvin e o meia Rogério.
A pausa nas competições que o Botafogo disputa, Campeonato Paraibano, Copa do Nordeste e o possível adiamento da Série C do Brasileirão (prevista para começar em maio), podem ajudar o time a ganhar tempo e iniciar a retomada dos torneios, com seu elenco totalmente recuperado.
Com a suspensão das atividades, os jogadores não terão mais acesso às instalações físicas do DM, mas seguem sendo acompanhados pela equipe de Glauber Novaes, ortopedista e coordenador do setor médico no Belo. “Todos os pacientes/atletas continuam sendo acompanhados, mas por telefone e vídeo. Continuam sendo orientados a prosseguir os trabalhos em casa e a gente segue monitorando a situação deles. A gente aguarda que tudo isso tenha um fim, o quanto antes, para voltarmos a trabalhar com esses atletas e condicioná-los da melhor forma possível”, explicou o médico.
Com maior tempo de permanência no DM até a semana passada, desde fevereiro, o meia Enercino estava tratando uma contusão no joelho e nos últimos dias, foi integrado em atividades físicas de transição. Samuel Paredão e o camisa nove do Belo, Lohan, estão em tratamento de lesões musculares, ambos na coxa. O atacante Kelvin está em recuperação após ter feito uma cirurgia para correção de uma luxação no cotovelo, sofrida na partida contra o Atlético-MG, pela Copa do Brasil, em fevereiro.
Completando a lista das baixas do Alvinegro está Rogério. Uma das peças mais importantes do meio de campo do Botafogo, o camisa cinco sofreu uma lesão séria no joelho esquerdo, ainda no primeiro tempo contra o Fluminense, no começo do mês. O atleta está fazendo atividades de fortalecimento muscular e vai passar por cirurgia.
Por Cassiana Ferreira

















