O Campinense Clube vem a público informar que irá protocolar uma representação formal, acompanhada de vídeos de alguns lances, junto à Federação Paraibana de Futebol (FPF) e ao presidente da Comissão Estadual de Arbitragem, Arthur Alves Júnior, a quem compete fiscalizar e garantir os critérios, a conduta ética e a disciplina dos árbitros nas competições organizadas pela entidade.
Durante a partida de ontem entre Confiança x Campinense, foram adotados critérios distintos em relação ao que vem sendo aplicado ao Campinense em jogos anteriores. Em lance claro, o atleta Fernando Júnior foi agredido pelo adversário, sendo puxado, recebendo um tapa e, posteriormente, um chute na região do peito.
Mesmo com o lance ocorrendo à frente do árbitro Josimarques Domingos Lins e do quarto árbitro Diego Roberto Souza de Melo, o atleta adversário foi punido apenas com cartão amarelo, assim como o próprio jogador do Campinense, o que o clube considera absolutamente desproporcional diante da gravidade da agressão.
O Campinense ressalta que, em partidas anteriores, atletas rubro-negros foram expulsos diretamente por lances de menor gravidade, o que reforça a cobrança por isonomia, coerência e igualdade de critérios em todas as partidas.
Além disso, já nos minutos finais, houve tentativa clara de retardar o reinício da partida, com bolas sendo levadas aos vestiários, atitude que compromete o andamento regular do jogo.
De forma ainda mais grave, o Campinense registra que um dos representantes da FPF, filho do presidente do clube mandante, teria agredido fisicamente o supervisor de futebol do Campinense, Dorgival Pereira. O clube ressalta que os dois filhos do presidente do clube mandante estavam atuando como representantes da FPF no local, e que o episódio será incluído na representação, exigindo apuração rigorosa dos fatos.
O Campinense Clube reafirma seu compromisso com o futebol paraibano, com o respeito às instituições e com a lisura das competições, mas não aceitará que sua equipe seja prejudicada por critérios desiguais, omissões graves e episódios de violência.
O clube espera providências imediatas por parte da Federação Paraibana de Futebol e da Comissão Estadual de Arbitragem, para que fatos como esses não voltem a se repetir.
















