CBF lança programa "Professoras Pretas" nos 10 anos do Observatório da Discriminação Racial no Futebol - SóEsporte
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CBF lança programa “Professoras Pretas” nos 10 anos do Observatório da Discriminação Racial no Futebol

CBF lança programa “Professoras Pretas” nos 10 anos do Observatório da Discriminação Racial no Futebol

02/05/2024 às 16:46 | Assessoria CBF

Ednaldo Rodrigues parabenizou grupo pela data e anunciou que vai distribuir bolsas para mulheres negras de todas as regiões do país conseguirem as licenças da CBF Academy | IDP

O Observatório da Discriminação Racial no Futebol comemora nesta quinta-feira dez anos de luta por um futebol sem preconceito. Para marcar a data, a CBF lançou nesta quinta-feira o programa “Professoras Pretas˜.

Criado em 2014, o Observatório é uma referência para que o futebol brasileiro se torne um local mais inclusivo e sem preconceito. O grupo edita anualmente o Relatório da Discriminação Racial, que recentemente passou a tratar, além de crimes de racismo, casos de preconceito e discriminação como machismo, lgbtfobia e xenofobia.

“Hoje é uma data especial e gostaria de parabenizar Marcelo Carvalho pelos 10 anos do Observatório da Discriminação Racial no Futebol. Essa parceria nos orgulha muito e queremos cada vez mais ajudá-los nesta luta”, afirmou o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, o primeiro dirigente negro e nordestino a presidir a entidade em mais de um século de história.

CBF e Observatório da Discriminação Racial no Futebol lançam nova edição de relatório nesta terça-feira (21)Marcelo Carvalho ao lado do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues
Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Ele foi eleito em 2022, ano do início da parceira da CBF com o Observatório. Desde então, a entidade lidera uma série de projetos e ações de combate ao racismo no futebol. A CBF é a primeira entidade nacional a incluir punição esportiva em casos de racismo.

“Estou emocionado com os 10 anos do Observatório e pelas conquistas que conseguimos com todos os  parceiros que encontramos no meio do caminho, e, principalmente, por ver que hoje o futebol cada vez mais dialoga sobre combater racismo e outras formas de preconceito e discriminação”, afirmou Marcelo Carvalho, idealizador e principal executivo do projeto.

Programa Professoras PretasPrograma Professoras Pretas
Créditos: CBF

PROFESSORAS PRETAS

Ednaldo Rodrigues anunciou nesta quinta o “Professoras Pretas”, o programa que reforça o compromisso da CBF de incentivar cada vez mais a participação de mulheres no futebol e de desenvolver o futebol feminino. Neste ano, o projeto será destinado exclusivamente a treinadoras, promovendo a equidade racial e a igualdade de gênero, e abrindo espaço e oportunidades para que mulheres pretas possam ocupar lugares historicamente negados no futebol e na sociedade.  

“A intenção é incentivar a inserção, cada vez maior, da mulher no futebol. Essa é uma bandeira da nossa administração”, completou o presidente da CBF.

Assim como fez no masculino em 2022, a entidade convocará treinadoras de diferentes regiões do país para obter a preparação e as licenças da CBF Academy | IDP, braço educacional da entidade. As licenças são pré-requisitos para as treinadoras evoluírem na carreira.

A iniciativa se soma a outras ações em curso, como os torneios femininos de base nos estados, financiados pelo CBF Transforma, e reforçam o pleito brasileiro de sediar a próxima Copa do Mundo Feminina.

O edital do programas “Professoras Pretas” será publicado nos próximos dias, no site da CBF e da CBF Academy | IDP.

CBF lança programa “Professoras Pretas” nos 10 anos do Observatório da Discriminação Racial no Futebol

Ednaldo Rodrigues parabenizou grupo pela data e anunciou que vai distribuir bolsas para mulheres negras de todas as regiões do país conseguirem as licenças da CBF Academy | IDP

O Observatório da Discriminação Racial no Futebol comemora nesta quinta-feira dez anos de luta por um futebol sem preconceito. Para marcar a data, a CBF lançou nesta quinta-feira o programa “Professoras Pretas˜.

Criado em 2014, o Observatório é uma referência para que o futebol brasileiro se torne um local mais inclusivo e sem preconceito. O grupo edita anualmente o Relatório da Discriminação Racial, que recentemente passou a tratar, além de crimes de racismo, casos de preconceito e discriminação como machismo, lgbtfobia e xenofobia.

“Hoje é uma data especial e gostaria de parabenizar Marcelo Carvalho pelos 10 anos do Observatório da Discriminação Racial no Futebol. Essa parceria nos orgulha muito e queremos cada vez mais ajudá-los nesta luta”, afirmou o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, o primeiro dirigente negro e nordestino a presidir a entidade em mais de um século de história.

CBF e Observatório da Discriminação Racial no Futebol lançam nova edição de relatório nesta terça-feira (21)Marcelo Carvalho ao lado do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues
Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Ele foi eleito em 2022, ano do início da parceira da CBF com o Observatório. Desde então, a entidade lidera uma série de projetos e ações de combate ao racismo no futebol. A CBF é a primeira entidade nacional a incluir punição esportiva em casos de racismo.

“Estou emocionado com os 10 anos do Observatório e pelas conquistas que conseguimos com todos os  parceiros que encontramos no meio do caminho, e, principalmente, por ver que hoje o futebol cada vez mais dialoga sobre combater racismo e outras formas de preconceito e discriminação”, afirmou Marcelo Carvalho, idealizador e principal executivo do projeto.

Programa Professoras PretasPrograma Professoras Pretas
Créditos: CBF

PROFESSORAS PRETAS

Ednaldo Rodrigues anunciou nesta quinta o “Professoras Pretas”, o programa que reforça o compromisso da CBF de incentivar cada vez mais a participação de mulheres no futebol e de desenvolver o futebol feminino. Neste ano, o projeto será destinado exclusivamente a treinadoras, promovendo a equidade racial e a igualdade de gênero, e abrindo espaço e oportunidades para que mulheres pretas possam ocupar lugares historicamente negados no futebol e na sociedade.  

“A intenção é incentivar a inserção, cada vez maior, da mulher no futebol. Essa é uma bandeira da nossa administração”, completou o presidente da CBF.

Assim como fez no masculino em 2022, a entidade convocará treinadoras de diferentes regiões do país para obter a preparação e as licenças da CBF Academy | IDP, braço educacional da entidade. As licenças são pré-requisitos para as treinadoras evoluírem na carreira.

A iniciativa se soma a outras ações em curso, como os torneios femininos de base nos estados, financiados pelo CBF Transforma, e reforçam o pleito brasileiro de sediar a próxima Copa do Mundo Feminina.

O edital do programas “Professoras Pretas” será publicado nos próximos dias, no site da CBF e da CBF Academy | IDP.

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