O ex-atleta do Botafogo, Magno Alves foi um dos condutores da tocha olímpica na cidade de João Pessoa. Magno participou do histórico jogo Botafogo 2 x 1 Flamengo em 1980. Jogo em que consagrou o apelido do Belo de Matador de Tri.
“Emoção e indescriptível e um momento único, a felicidade e enorme”, disse Isaías (foto) acrescentando “Com certeza ela e as duas tanto nacional como internacional essa e pra sempre nunca eu e nem ninguém vai esquecer , só Deus sabe quando vai haver uma olimpíada aqui no nosso pais”.
Registro fotográfico histórico ao lado de Pedro Ribeiro Lima, jogador de futebol profissional mais velho do país, ainda em atividade. Pedro da Perilima, referência à marca das Sordas Perilima, produzidas pela empresa de Pedro que foi um dos escolhidos para conduzir a Tocha Olímpica durante a passagem dela pela cidade de Campina Grande/PB.
Kika Prado (foto) disse “E nessa hora passa pela cabeça todos os momentos vividos nesses 17 anos de amor e dedicação ao esporte que me proporcionou essa oportunidade única. Difícil foi conter a emoção e principalmente o sorriso. Corri, andei, me encantei e aproveitei cada segundo. Foram os 200 metros mais incríveis da minha vida. Obrigada à Prefeitura pela indicação e obrigada à minha família e amigos que se fizeram presentes e curtiram todo o percurso ao meu lado, vocês foram essenciais para tornar esse dia ainda mais inesquecível”.
Outros que conduziram a tocha outros paraibanos como Ze Marco, Joao Eugenio e Luciana Rabay Butcher.
Andressa Moraes conduzindo a Tocha Olímpica na Avenida Epitácio Pessoa em João Pessoa. Muita emoção.
Natalia Virginia Barbosa, paraatleta de lançamento de dardo cursa engenharia elétrica no IFPB. Conduziu a tocha na Paulino Pinto. “Esta eh uma oportunidade unica. Sem tamanho. Não sei ae vou ter outra chance dessa. Eh uma das maiores conquistas da minha vida. Vou contar para o resto da vida”.
Delano MMA disse “para mim esta eh uma emoção maravilhosa.
Eh como chegar ao ápice de um sonho concretizado. Estou recebendo uma homenagem pelo reconhecimento do meu trabalho”.
Bruna Dias, 18, atleta cadeirante, arremesso de peso e lançamento do dardo. “Este muito o momento mais emocionante de minha vida. Me sinto como tivesse conseguido a maior conquista na minha carreira esportiva”.















