No dia 25 de julho, é celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela.
A Federação Nacional dos Jornalistas Fenaj destaca a data que “é um marco importante para refletir sobre as desigualdades e opressões sofridas por essas mulheres e reconhecer suas lutas. Também enaltece o papel da mulher negra na história brasileira e na luta contra a opressão”.
“Teresa de Benguela liderou o Quilombo do Quariterê na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia. O local tinha estrutura política, econômica e administrativa e hoje é considerado pelos historiadores um símbolo de resistência à escravidão. Presa e morta em 1770, o legado de Teresa inspira muitas mulheres pela liberdade plena no dias atuais”.
“Ao refletir sobre o Jornalismo, precisamos reforçar o papel da nossa profissão no combate ao racismo e a todas as formas de discriminação. Como nos lembra Carla Akotitene, somos parte de uma sociedade estruturada em gênero, raça e classe social, na qual esses marcadores servem ao capitalismo”.
“Repensar práticas cotidianas para incluir como fontes, pautas e coberturas as pessoas socialmente vulnerabilizadas é fundamental para transformar o Jornalismo no campo potencializador da transformação social e da emancipação humana”.


















