Uma pendenga judicial entre o advogado e ex-presidente executivo do Treze, Eduardo Medeiros e o clube alvinegro iniciada em 2013 está longe de ser encerrada. O valor cobrado era de R$ 80 mil, mas já deve ultrapassar os R$ 400 mil. Com isso, o Treze tem mais de R$ 1 milhão penhorados pela Justiça. O diretor jurídico do Galo da Borborema, Warlen Andrade Andre, afirma que o Treze pretende fazer um acordo, mas o reclamante se nega.
De acordo com processo, a ação de execução de título executivo
extrajudicial corre na 8ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande-PB. O ex-presidente do Treze, Eduardo Medeiros cobra uma dívida ao clube que deve ser superior aos R$ 400 mil. O assunto está na Justiça o que provocou bloqueios de vários recursos do Treze, especialmente, as cotas da timemania junto a Caixa Econômica Federal e Gol de Placar, programa do Governo do Estadual que ajuda os clubes paraibanos.
A efetivação do empréstimo pessoal no valor total de R$ 83.389,39 em 60 parcelas. A primeira para o dia 08/03/2013 e a última 08/02/2018, com débito mensal em conta corrente no valor, de R$ 2.215,00. Não cumprida as cláusulas anteriormente ajustadas, inobstante as diversas solicitações de pagamento.
Com o passar dos anos este valor, até novembro de 2018, conforme atualização já atingia o montante de R$ 378.817,33. Mas, na avaliação de do diretor jurídico do Treze, Warlen Andrade Andre, o débito deve ser maior, chegando a mais de R$ 400 mil. “Entretanto todos os dias o valor é corrigido. É procedimento normal da justiça. Isso acontece em todos os processos”.
O dirigente do Treze garante que, O Treze busca um acordo, pois tem interesse em finalizar esses desbloqueios. “Isso tem prejudicado demais toda a atual conjuntura, visto que o bloqueio beneficia uma pessoa, no caso Eduardo e prejudica outras 60 pessoas, que são todos os funcionários. Eles não recebem, visto o valor que encontra-se bloqueado na conta da Justiça”.
Segundo, Warlen Andrade Andre, o Treze ainda está prejudicado, pois não consegue pagar seus jogadores, e renovar contratos. “Estamos perdendo atletas, o que é lamentável”, disse o dirigente. O Treze deixou de acertar renovação de contrato com vários jogadores, entre eles, o goleiro Mauro Iguatu, devido o bloqueio de suas rendas, junto a Justiça. “Estamos dispostos a fazer qualquer acordo para resolver estes problemas financeiros do Treze”, destaca,Warlen Andrade Andre.
Inicialmente, o ex-presidente do Treze, Eduardo Medeiros, se negou a falar sobre o caso, mas depois resolveu apresentar sua versão para a repprtagem do Jornal Correio da Paraíba. “Muito, antes de propor a ação pessoalmente procurei várias vezes a diretoria para fazer acordo tudo registrado por documentos e que se encontram na ação de execução”, disse Eduardo Medeiros.
Com relação o valor cobra que deve ser maior que R$ 400 mil, o ex-presidente do Treze, Eduardo Medeiros afirmou, “não sei, pois não acompanho a atualização dos valores, a questão é moral, pelo desrespeito e acusações indevidas, injustas e caluniosas a mim proferidas”, desabafou.
Seguindo ele “mesmo depois da ação judicial procurei de novo, pelo menos oito vezes a diretoria para fazermos um acordo, sem respostas ou quando sinalizava a possibilidade a diretoria nunca cumpriu o acordado sempre ganhando tempo e protelando”. Acrescenta o reclamante, “assim, como a ação está no Tribunal, a mim resta aguardar o desfecho final. Posso dizer que até a presente data tudo que está sendo discutido no Poder Judiciário me dá razão, mesmo porque estou com a verdade”.


















