Ex-Real, Júlio Baptista comenta domínio merengue na Champions: “Encaram de forma diferente”
11 de dezembro de 2007. O Real Madrid enfrentava a Lazio, da Itália, pela última rodada da fase de grupos da Champions League. Parte do plantel merengue, o brasileiro Júlio Baptista recebia uma chance entre os titulares.
Aos 12 minutos de jogo, o paulistano recebe a bola na ponta-esquerda e, sem pestanejar, corta para o meio e solta uma bomba. O Santiago Bernabéu explode.
Júlio Baptista, que atuou pelo clube espanhol nas temporadas de 2005-06 e 2007-08, define a sensação de marcar com a camisa merengue em uma partida de Champions League como “algo diferente”.
“Chegar em um clube assim é aspirar ao máximo. Na minha época, tinham vários brasileiros junto comigo no Real, e a gente sempre brincava que, no Real Madrid, você tem a pressão de uma Seleção Brasileira, mas todo dia”, relembra o ex-jogador.
Hoje treinador do Real Valladolid B, da Espanha, Júlio Baptista ainda disputou o principal torneio do velho continente por Arsenal, Roma e Málaga. Em todas as equipes mencionadas, alcançou o mata-mata da competição, mas lamenta não ter vivido a “felicidade” de levantar a orelhuda.


















