FIFA anuncia sanções à Rússia pela invasão na Ucrânia - SóEsporte
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FIFA anuncia sanções à Rússia pela invasão na Ucrânia

FIFA anuncia sanções à Rússia pela invasão na Ucrânia

Devido ao uso da força pela Rússia na invasão da Ucrânia, no último domingo (27),
a Federação Internacional de Futebol divulgou as primeiras sanções ao país do
presidente Vladimir Putin.
“A Fifa gostaria de reiterar sua condenação ao uso da força pela Rússia na invasão
da Ucrânia. A violência nunca é uma solução e a Fifa expressa sua mais profunda
solidariedade a todas as pessoas afetadas pelo que está acontecendo na Ucrânia”,
comunicou a entidade.
Segundo o comunicado, a decisão, que foi tomada por unanimidade pelo Bureau do
Conselho da Fifa, é de que: “Nenhuma competição internacional será disputada no
território da Rússia, com partidas em casa sendo disputadas em território neutro e
sem espectadores; A associação membro que representa a Rússia deve participar
de qualquer competição sob o nome ‘União de Futebol da Rússia (RFU)’ e não
‘Rússia’; Nenhuma bandeira ou hino da Rússia será usado em partidas em que
equipes da União de Futebol da Rússia participem”.
Apesar da decisão posta pela FIFA, alguns representantes não foram de acordo,
como, por exemplo, o presidente da federação da Polônia, Cezary Kulesza,
demonstrou total insatisfação com a decisão e reafirmou que a seleção não jogará
contra os russos na repescagem para a Copa do Mundo.
“A decisão da FIFA de hoje é totalmente inaceitável. Não estamos interessados em
participar deste jogo de aparências. Nossa postura permanece intacta: a Seleção
Polonesa NÃO JOGARÁ com a Rússia, não importa qual seja o nome da equipe”,
publicou o presidente.
A decisão tem prazo indeterminado e pode ser reavaliada nos próximos dias em
caso de novas ações do país. Porém, vale frisar que a entidade informou que vai
continuar observando a situação, e não descarta a possibilidade de uma sanção
mais dura. A FIFA considera “uma possível exclusão das competições” que podem
ser aplicadas em um futuro próximo, caso a situação não melhore rapidamente.

Por Julia Hellen – Estagiária

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