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Mixto-PB emitiu uma nota rebatendo as informações registradas na súmula

O Mixto-PB emitiu uma nota rebatendo as informações registradas na súmula pela arbitragem, na partida contra o União-RN, pelo Campeonato Brasileiro Feminino A3. De acordo com o clube, o presidente Marconi da Silva não proferiu nenhuma das palavras registradas no documento.

O time paraibano esclareceu que, além das palavras registradas não serem verdadeiras, ao decorrer da partida foram observadas inconsistências na condução da arbitragem, com decisões divergentes entre os profissionais e paralisações prolongadas, esta última, prejudicando o andamento do jogo.

Relembre o caso

O comandante das Onças foi citado na súmula do jogo pela árbitra Silvia Camila de Oliveira Antunes, após a partida contra o União-RN, no último sábado (4), e, de acordo com a profissional, o dirigente proferiu ameaças e frases polêmicas contra a equipe responsável por apitar a disputa, entre elas, a de que a arbitragem era ‘vergonhosa’ e ‘desastrosa’. Na sequência, o diretor teria afirmado que também iria ‘comprar’ o jogo da volta, no Almeidão, no próximo dia 19 de abril.

Confira nota completa do clube

O Mixto vem a público se manifestar sobre os fatos ocorridos na partida diante do União-RN, válida pela 3ª rodada do Campeonato Brasileiro Feminino Série A3 2026, realizada no Estádio Frasqueirão (RN).

Registramos atraso na entrada da equipe de arbitragem ao campo, o que comprometeu o aquecimento das equipes e impediu a realização do protocolo oficial da partida.

Durante o jogo, observamos inconsistências na condução da arbitragem, com decisões divergentes e paralisações prolongadas que impactaram o andamento da partida. Reforçamos que o respeito deve prevalecer em qualquer circunstância dentro de campo.

Em relação ao que consta em súmula, esclarecemos que não houve qualquer declaração por parte do nosso presidente, Marconi da Silva, nos termos mencionados. A frase atribuída a ele — “na Paraíba, eu vou comprar a arbitragem” — é totalmente inverídica.

Destacamos ainda que não houve qualquer contato entre o presidente e a equipe de arbitragem antes, durante ou após a partida. O presidente só teve acesso ao campo após a entrada da equipe de arbitragem no vestiário destinado a eles, o que torna a acusação completamente infundada.

Reiteramos que nossa manifestação não possui qualquer viés de gênero. Somos um clube que valoriza o futebol feminino em todas as suas esferas. Nosso posicionamento refere-se exclusivamente à condução da partida.

Seguiremos defendendo o respeito, a ética e a transparência no futebol.

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