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Sócio do Campinense aciona a Justiça para rever eleição do clube

Campinense

O sócio patrimonial do Campinense, Mércio Franklin, bastante ativo na política da raposa, acionou a justiça ontem (18) por meio de seu jurídico, requerendo uma liminar para o reestabelecimento imediato da normalidade administrativa do clube.

A ação foi distribuída para a 5ª Vara Cível, mas deverá seguir por prevenção para a 1ª Vara Cível de Campina Grande, que tem como juíza titular, Dra. Ritaura Rodrigues Santana que já discute matérias que envolvem as eleições do clube.

Mércio alega que ele e os demais sócios estão sendo prejudicados, uma vez que o clube está sendo administrado de maneira precária e vive uma gestão temerária, já que não existem instituídos os conselhos deliberativo (responsáveis por deliberar e legislar) e fiscal (responsável por fiscalizar).

“Sem os conselhos, não existe prestação de contas, falta transparência e democracia no clube, não temos a quem recorrer. Os conselheiros são os nossos representantes legais dentro da instituição. Sem eles, estamos desprovidos de representação e tivemos todos os nossos direitos estatutários retirados. Deixamos de ser uma associação para entrar em um estado de ‘ditadura’ sem a existência dos órgãos legislador e fiscalizador do clube”, disse Mércio.

Atualmente, o Campinense é administrado apenas por duas pessoas: o presidente Flávio Torreão e o diretor de patrimônio, Rildo Vaz. Os demais membros eleitos para o conselho diretor renunciaram aos seus cargos ainda no ano passado.

Mércio Franklin explica que a posse dos conselhos é urgente e necessária para a estabilidade administrativa e democrática do clube, além de se tratar de um direito adquirido pelos sócios eleitos nas últimas eleições da agremiação.

“O que se pleiteia na justiça nada mais é do que um direito legítimo de todos os sócios do clube de ter reestabelecida a democracia interna com os poderes da instituição atuando conforme dita o estatuto. Não é admissível que um clube centenário como o Campinense esteja em meio à situação administrativa atual. A título de exemplo, o que acontece atualmente no clube seria o mesmo que ter o presidente do país executando, legislando e fiscalizando sozinho”, finalizou Mércio Franklin.

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