O que o técnico Freitas Nascimento e a diretoria do Campinense Clube temiam, aconteceu. Em edital publicado nesta quinta-feira (31), no site da CBF, a Procuradoria do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) denunciou Central e Campinense por conta da confusão envolvendo as duas torcidas no jogo do último domingo, em Caruaru, pela segunda rodada do Grupo 3 da Série D.
Na oportunidade, o árbitro sergipano Michael Vinícius relatou na súmula da partida que os torcedores dos dois times trocaram lançamentos de pedras e rojões, inclusive com os objetos sendo arremeçados até de fora para dentro do estádio Lacerdão, palco do jogo.
Pernambucanos e paraibanos foram incursos no artigo 213 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), o qual versa sobre “deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir desordens em sua praça de desporto; lançamento de objetos no campo ou local da disputa do evento desportivo”.
A legislação prevê como pena “multa, de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais)”, além de perda de um a dez mandos de campo.
O detalhe é que neste sábado (02), pela terceira rodada da Série D, a Raposa encara o Jacuipense no Almeidão, em João Pessoa, justamente cumprindo suspensão por uma fato semelhante ao de Caruaru.
Na Série D 2012, em Mossoró, torcedores de Campinense e Baraúnas-RN também se envolveram em uma confusão no estádio Nogueirão. As duas equipes acabaram punidas.
Ainda conforme o edital divulgado nesta quinta, o processo de Central e Campinense terá como auditor Nicolao Constantino Filho, da Segunda Comissão Disciplinar do STJD, e será julgado na próxima terça-feira, dia 5 de agosto.

















