Superstições podem ajudar ao Brasil a ganhar o jogo? - SóEsporte
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Superstições podem ajudar ao Brasil a ganhar o jogo?

Os brasileiros são supersticiosos por natureza, talvez pela própria formação da população com os europeus, os índios e os negros. Mas, é inegável que a paixã’o pelo futebol amplia e potencializada este processo. Há quem assiste aos jogos sempre com a mesma camisa, há quem só vê as jogadas contra o Brasil, na Copa, com as mãos em figa. Também existem os que fazem mandingas e simpatias para tentar fechar o gol de Júlio Cesar. De uma forma geral muitos são os que têm suas superstições para os jogos. Veja algumas das mais comuns no futebol brasileiro:

  • Jogador entrar com o pé direito.
  • Goleiro se benzer.
  • Goleiro benzer a barra ao entrar no campo.
  • Goleiro bater três vezes na trave com a chuteira antes do início do jogo.
  • Goleiro não bater bola antes do início do jogo preferindo ficar debaixo da trave.
  • Goleiro dar três tapinhas no travessão antes do jogo.
  • Goleiro cuspir nas barras.
  • Jogador entrar com o pé esquerdo
  • Jogador se benzer antes do jogo
  • Jogador tocar na grama e se benzer.
  • Jogador apanhar tufos da grama e jogá-los sobre os ombros.
  • Jogador apanhar tufos de grama e jogá-los para os lados.
  • Jogador bater com a ponta da chuteira no chão, três vezes, antes de qualquer cobrança de falta.
  • Goleiro beijar as traves.
  • Goleiro botar bolinhas de algodão nas traves.
  • Time que ganha não deve ser mudado.
  • Em jogos de Copa do Mundo, o time que faz o primeiro gol na decisão, sempre perde.
  • Treinador jogar um pó mágico antes do jogo.
  • Cachorros dentro do campo dão sorte.
  • Acender velas no vestiário.
  • Urubu pousado na concentração do clube dá azar.
  • Rezar e fazer promessas.
  • Sonhar com o animal, símbolo do clube, dá sorte.
  • Acender velas em volta do círculo central do gramado.
  • Técnico queimar álcool nas portas dos vestiários.

Se você é supersticioso ou não, mas quer fazer uma boa pauta sobre o tema, sugerimos que entreviste o professor Rodrigo Franklin, e leve uma figa para acompanhar o jogo da seleção…

*Rodrigo Franklin de Sousa é professor e coordenador Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências da Religião – Doutor em Letras pela University of Cambridge (Reino Unido – 2008). Possui graduação em Letras pela Universidade Federal de Campina Grande – antiga UFPB – Campus II (2000), e formação em Teologia (M.Div.) pelo Covenant Theological Seminary (EUA – 2004)

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