Uma espera de cinco meses, para este reconcentro da torcida com o Treze, em competições oficiais. É com este sentimento que os torcedores alvinegros estão aguardando o jogo de nesta quarta-feira, às 20h15, entre Treze e CSP, valendo pela primeira rodada do Campeonato Paraibano de 2020. A expectativa da diretoria alvinegra é de casa cheia, com a base na empolgação dos trezeanos.
O último jogo oficial do Treze aconteceu no dia 24 de agosto do ano passado, no empate de 2 a 2 com o Botafogo, quando o Galo da Borborema garantiu definitivamente a permanência na Série C do Campeonato Brasileiro. Na ocasião, a torcida do alvinegro do bairro de São José fez uma grande festa. Por isso, a diretoria do Treze espera o apoio da torcida na partida.
Com resultados regulares, no início da pré-temporada, mas com melhor futebol nos últimos amistosos, o time do Treze tem a missão de começar a competição com um resultado positivo, além de fazer uma apresentação para agradar aos seus torcedores. Esta é meta do treinador Celso Teixeira, que alerta seus jogadores para evitar surpresa. Dos times considerados intermediários, o CSP tem sido o que mais complica as equipes tradicionais do futebol paraibano.
Os números dos confrontos entre Treze e CSP mostram que foram disputados 26 jogos. Com 15 vitórias do Galo da Borborema e cinco para o CSP. Ainda foram registrados cinco empates. O ataque do Treze foi mais produtivo com 38 gols, enquanto os goleadores do CSP visitaram a defesa do Treze em 18 vezes.
Nos dois confrontos no Campeonato Paraibano do anoa passado, o Treze venceu o primeiro por 3 a 0, no Presidente Vargas e aconteceu o empate de zero a zero, no segundo turno, no estádio Almeidão.
Para comandar o jogo entre Treze e CSP, às 20h15, no estádio Amigão, em Campina Grande, foi escalado Diego Roberto. Os assistentes são Luiz Felipe e Gleydson Francisco. Na reserva vai trabalhar Tiago Galdino e Adriana Basílio, com assessora da CBF. O time do Treze deve ser formado com: Jefferson, Gustavo, Breno Calixto, Nilson Júnior e Gilmar; Dede, Robson, Alexandre Santana e Mirandinha; Caxito e Rafael Oliveira. O CSP teve como base: Wallace, Tcharles, Darlan, Dênis e Felipe; Luis Gustavo, Léo Silva e Emerson Bastos; Negueba e Dih.


















