Arte marcial

Aluna de Direito da Unifacisa se destaca no cenário paraibano de jiu-jitsu

Aluna de Direito da Unifacisa se destaca no cenário paraibano de jiu-jitsu

Erika Monique sagrou-se campeã na categoria pena e conquistou o terceiro lugar no absoluto do Paraíba Cup, realizado no último fim de semana em João Pessoa

Conciliando a vida entre as salas de aula e os tatames, a aluna de Direito da Unifacisa Erika Monique vem se destacando no cenário paraibano de jiu-jitsu, acumulando conquistas em vários campeonatos da modalidade. Treinando há cerca de 10 anos e atualmente na faixa marrom, a atleta é patrocinada pela Unifacisa e recebe ajuda de custo para passagens, inscrições em campeonatos e outros gastos para competir. No último fim de semana, em João Pessoa, Erika sagrou-se campeã na categoria pena e conquistou o terceiro lugar no absoluto, lutando contra atletas de todos os pesos.

“Fico feliz de representar a Paraíba e também a Unifacisa. É um lugar onde me sinto muito feliz e desde o início tinha o sonho de ser patrocinada. Com a ajuda do coordenador do curso, Tércio Mota, consegui o apoio e estou muito empolgada. Ao darem a oportunidade para atletas, a Unifacisa valoriza o aluno e oferece uma grande oportunidade”, destaca Erika.

A atleta conta como iniciou sua trajetória no jiu-jitsu e destaca a busca pela próxima graduação, a tão sonhada faixa preta. “Eu comecei assistindo aulas e, no início, só via homens treinando. Quando fui olhar um treino feminino, no outro dia já estava treinando e lá se vão 10 anos de muita dedicação. Além de um estilo de vida, o jiu-jitsu é uma paixão que quero levar sempre comigo. Pretendo ganhar a faixa preta em breve e competir em campeonatos ainda maiores, com o apoio da Unifacisa”.

Erika também exalta os benefícios e a transformação que o jiu-jitsu proporciona na vida das pessoas. Além disso, a atleta fala sobre a importância da representatividade feminina no esporte e o aumento no número de mulheres que treinam.

“As mulheres estão conquistando espaço no jiu-jitsu, há muitas meninas treinando com muito talento e garra. Quando comecei, só tinha eu de mulher, e agora tem uma turma feminina muito dedicada. Destaco que o jiu-jitsu é um salvador de vidas, muitas pessoas que já seguiram caminhos errados entraram no tatame e se valorizaram. Além de ‘descarregar’ e deixar tudo dentro do tatame, o jiu-jitsu nos proporciona conviver com uma verdadeira família”, completa a lutadora.

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