Futebol

Tabela e regulamento do Campeonato Paraibano 2021

Oito times. O número de clubes não é a única diferença do Campeonato Paraibano de 2021, em relação ao ano passado. O regulamento também mudou, com menos jogos. O período da competição é bem menor que as dos anos anteriores.

Tabela


17/03 – Qua Ou 18/03- Qui
SOUSA x BOTAFOGO
S.P. CRYSTAL x CAMPINENSE
NACIONAL x PERILIMA
TREZE x ATLÉTICO

31/03 – Qua Ou 01/04- Qui
PERILIMA x SOUSA
ATLÉTICO x S.P. CRYSTAL
CAMPINENSE x NACIONAL
BOTAFOGO x TREZE

14/04- Qua Ou 15/04- Qui
SOUSA x CAMPINENSE
PERILIMA x BOTAFOGO
S.P. CRYSTAL x TREZE
NACIONAL x ATLÉTICO

21/04- Qua Ou 22/04- Qui
ATLÉTICO x SOUSA
CAMPINENSE x PERILIMA
BOTAFOGO x S.P. CRYSTAL
TREZE x NACIONAL
017

28/04- Qua Ou 29/04- Qui
SOUSA x TREZE
S.P. CRYSTAL x NACIONAL
PERILIMA x ATLÉTICO
020 X CAMPINENSE x BOTAFOGO

05/05 – Qua Ou 06/05- Qui
S.P. CRYSTAL x SOUSA
ATLÉTICO x CAMPINENSE
TREZE x PERILIMA
024 X NACIONAL x BOTAFOGO

12/05 – Qua Ou 13/05- Qui
SOUSA x NACIONAL
CAMPINENSE x TREZE
PERILIMA x S.P. CRYSTAL
BOTAFOGO x ATLÉTICO

Regulamento

Regulamento Específico da
Competição – REC
CAMPEONATO PARAIBANO
DA PRIMEIRA DIVISÃO
2021
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DEFINIÇÕES
BID Boletim Informativo Diário
CBF Confederação Brasileira de Futebol
CBJD Código Brasileiro de Justiça Desportiva
FPF Federação Paraibana de Futebol
DRTL Diretoria de Registro, Transferência e Licenciamento da CBF
DRT Departamento de Registro e Transferência
INSS Instituto Nacional do Seguro Social
REC Regulamento Específico da Competição
RGC Regulamento Geral das Competições
RNRTAF Regulamento Nacional de Registro e Transferência de Atletas de Futebol
TJD-PB Tribunal de Justiça Desportiva
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CAPÍTULO I
DA DENOMINAÇÃO E PARTICIPAÇÃO
Art. 1º – O Campeonato Paraibano da Primeira Divisão de 2021, doravante denominado
Campeonato, é regido por dois regulamentos mutuamente complementares identificados a
seguir:
a) Regulamento Específico da Competição (REC), que considera o sistema de disputa e
outras matérias específicas e vinculadas a estacompetição;
b) Regulamento Geral das Competições (RGC) da CBF, que trata das matérias comuns
aplicáveis a todas as competições sob a coordenação da CBF com aplicações, neste
caso ao Campeonato Paraibano.
Art. 2º – O critério técnico de participação dos clubes no Campeonato é o seguinte:

  • Critério : Ter permanecido como integrante do Campeonato Paraibano da Primeira
    Divisão de 2020;
    Art. 3º – O Campeonato será disputado na forma deste regulamento pelas 08 (oito) equipes
    identificadas no Anexo A – Relação de Clubes Participantes, em conformidade com o critério
    técnico de participação estabelecido no art. 2º.
    CAPÍTULO II
    DO TROFÉU E DOS TÍTULOS
    Art. 4º – Ao clube vencedor do Campeonato será atribuído o título de Campeão Paraibano da
    Primeira Divisão de 2021 e ao segundo colocado o título de Vice-campeão Paraibano da
    Primeira Divisão de 2021.
    § 1º – O troféu representativo do Campeonato denomina-se Troféu Paraibano da Primeira
    Divisão de 2021, cuja posse será assegurada ao clube que houver conquistado o
    Campeonato.
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    § 2º – O clube que conquistar o título de Campeão receberá o troféu correspondente e 50
    (cinquenta) medalhas douradas destinadas a seus atletas, comissão técnica e dirigentes.
    § 3º – A FPF publicará oportunamente as diretrizes relativas à entrega do troféu e das
    medalhas da competição ao clube campeão.
    § 4º – A FPF não permite e não autoriza a reprodução do troféu e das medalhas distribuídos
    ao clube campeão; a FPF pode autorizar, mediante solicitação, a reprodução de réplicas do
    troféu em dimensões menores do que as do troféu original e réplicas das medalhas, limitadas
    a 50 (cinquenta).
    § 5º – A FPF poderá negociar comercialmente a adoção de outra denominação para o troféu
    de campeão paraibano através de contrato com patrocinador específico.
    CAPÍTULO III
    DA CONDIÇÃO DE JOGO DOS ATLETAS
    Art. 5º – Somente poderão participar do Campeonato os atletas cujos nomes constem do
    BID/CBF publicado até o último dia útil que anteceder cada partida.
    Parágrafo único – Contratos de novos atletas para utilização no Campeonato poderão ser
    registrados até o último dia útil anterior ao início da Segunda Fase Classificatória.
    Art. 6º – Todas as referências ao BID aqui expressas devem considerar o que prevê o Capítulo
    IV do RGC e o RNRTAF daCBF.
    Art. 7º – Um atleta que entrar em campo ou for apenado com cartão amarelo ou vermelho,
    não poderá ser transferido de um clube para outro durante a competição.
    Parágrafo único – Cada clube poderá receber até 06 (seis) atletas transferidos por empréstimo
    de outros clubes do Campeonato; de um mesmo clube, somente poderá receber por
    empréstimo até 03 (três) atletas.
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    CAPÍTULO IV
    DO SISTEMA DE DISPUTA
    Art. 8º – O Campeonato será disputado em quatro fases distintas e contínuas, denominadas
    Primeira Fase, Segunda Fase, Terceira Fase (Semifinal) e Quarta Fase (Final), a saber:
    Primeira Fase
    Composta por oito (oito) clubes distribuídos em 1 (um) único grupo, onde os clubes se
    enfrentam entre si no sistema de pontos corridos em jogos somente de ida. Ao final da
    Primeira Fase, os 2 (dois) melhores colocados se classificam direto para a Terceira Fase
    (SemiFinal) e o terceiro, quarto, quinto e sexto colocados se classificam para a a Segunda
    Fase classificatória.
  • Em caso de empate nos pontos ganhos entre os clubes na primeira fase, o desempate para
    efeito de classificação será definido observando-se os seguintes critérios nesta ordem:
    1º) maior número de vitórias;
    2º) maior saldo de gols;
    3º) maior número de gols pró;
    4°) menor número de cartões vermelhos recebidos;
    5°) menor número de cartões amarelos recebidos;
    6º) sorteio.
    Segunda Fase
    Composta por 4 (quatro) clubes, distribuídos em dois grupos, que se enfrentarão em sistema
    eliminatório em jogossomente de ida, com os classificados em 3º e 4º colocados na 1ª Fase
    classificatória com a vantagem de realizar o jogo como mandante. O vencedor de cada grupo
    estará classificado para a Terceira Fase (SemiFinal).
    Segunda Fase
    Grupo A 3º Colocado X 6º Colocado
    Grupo B 4º Colocado X 5º Colocado
    Em caso de empate entre os clubes na segunda fase, os critérios de desempate a indicar o
    clube vencedor dos confrontos serão aplicados nesta ordem:
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    1º) cobrança de pênaltis, de acordo com os critérios adotados pela International
    Board.
    Terceira Fase – (SemiFinal)
    Composta por 4 (quatro) clubes, distribuídos em dois grupos, que se enfrentarão em sistema
    eliminatório em jogos somente de ida, com os classificados em 1º e 2º colocados na 1ª Fase
    classificatória com a vantagem de realizar o jogo como mandante. O vencedor de cada grupo
    estará classificado para a Quarta Fase (Final).
    Terceira Fase –
    SemiFinal
    GRUPO C 1º Colocado
    (1ªFase)
    X Venc. Grupo
    B
    GRUPO D 2º Colocado
    (1ªFase)
    X Venc. Grupo
    A
  • Em caso de empate entre os clubes na terceira fase, os critérios de desempate a indicar o
    clube vencedor dos confrontos serão aplicados nesta ordem:
    1º) cobrança de pênaltis, de acordo com os critérios adotados pela
    International Board.
    Quarta Fase –(Final)
    Composta por 2 (dois) clubes distribuídos em um grupo que se enfrentarão em sistema
    eliminatório em jogos de ida e volta, com o clube de melhor campanha, na soma dos pontos
    da 1ª Fase Classificatória e 3ª Fase dentre os finalistas, tendo a vantagem de realizar o
    segundo jogo como mandante para definir o campeão.
  • Os clubes campeão e vice-campeão terão vagas asseguradas no Campeonato Brasileiro da
    Série D de 2022, exceto se já estiverem garantidos em uma das quatro divisões nacionais do
    Campeonato Brasileiro. Nesse caso, a vaga no Brasileiro da Série D seguirá a classificação final
    do Campeonato Paraibano da 1ª Divisão 2021.
  • Esta classificação Final da competição se dará da seguinte forma: Os 04 (quatro) clubes
    classificados para a 3ª Fase da Competição (Semifinais) estarão posicionados de 1º ao 4º
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    colocado geral do campeonato, e o 3º e 4º colocado será definido caso necessário em jogo
    único, com o mando de campo do melhor posicionado na 1ª Fase Classificatória.
  • Em havendo desistência por quaisquer dessas equipes no prazo do REC do Campeonato
    Brasileiro, a vaga pertencerá à equipe imediatamente melhor classificada e assim,
    sucessivamente, se o impassepersistir.
  • Os clubes campeão e vice-campeão terão vagas asseguradas na Copa do Brasil de 2022,
    exceto se já obtido a vaga via outros certames.
  • O clube campeão terá vaga assegurada na Copa do Nordeste de2022.
    Art. 9º – O último colocado da 1ª Fase será rebaixado para a Segunda Divisão do
    Campeonato Paraibano de 2022.
    CAPÍTULO V
    DAS DISPOSIÇÕES FINANCEIRAS
    Art. 10 – Em todas as fases a renda líquida de cada partida será do clube mandante, devendo
    os descontos sobre a renda bruta ser aplicados de acordo com o disposto no RGC da CBF e
    seus parágrafos.
    Art. 11 – Em não ocorrendo o recolhimento do desconto relativo ao INSS, à equipe mandante
    poderá ser, através de comunicação da FPF, impedida de realizar jogos do Campeonato no
    seu estádio.
    Art. 12 – O preço mínimo do ingresso será de R$ 20,00 (vinte reais), com meia-entrada a R$
    10,00 (dez reais).
    Art. 13 – Todas as despesas dos clubes com transportes, hospedagem e alimentação serão de
    responsabilidade das próprias equipes participantes, a partir das suas receitas aferidas.
    Art. 14 – Os pagamentos referentes às despesas com arbitragem, exames antidoping e apoio
    serão descontados da renda bruta das partidas do CAMPEONATO PARAIBANO DE FUTEBOL
    PROFISSIONAL SÉRIE “A” – EDIÇÃO 2021, e caso a arrecadação de qualquer partida não seja
    suficiente para cobrir as despesas, a Associação Financeiramente mandante terá que efetuar
    o pagamento do déficit em até 24(vinte e quatro) horas após a partida, sob pena de ficar
    impedida de continuar na competição.
    Art. 15 – É de responsabilidade do clube detentor do mando de campo pagar os valores do
    borderô, referentes as despesas de Arbitragem, pessoal de apoio e suas respectivas
    logísticas, que incluem diárias e locomoções. No caso de descumprimento de qualquer das
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    obrigaçõesfinanceiras, o clube perderá o mando de campo da partida seguinte, além de ter o
    débito informado ao TJDF-PB para as providências cabíveis.
    Art. 16 – O não pagamento do Borderô no dia da partida acarretará em sanções
    administrativas, e a acumulação da dívida de 03(três) poderá levar até a exclusão do
    CAMPEONATO PARAIBANO DE FUTEBOL PROFISSIONAL SÉRIE “A” – EDIÇÃO2021.
    CAPÍTULO VI
    DA ARBITRAGEM
    Art. 17 – A arbitragem das partidas será de responsabilidade dos árbitros que integram a
    relação da Comissão Estadual da Federação Paraibana de Futebol, podendo termos árbitros
    convidados de outras federações que estejam regulares, as normas e regulamentos são
    definidos pela CEAF-PB, IFAB e pela FIFA;
    • A CEAF-PB designará os árbitros, árbitros assistentes, quarto árbitros e analista de campo
    e físico para cada partida, observados as disposições especificas no Regulamento Geral de
    Arbitragem.
    Art. 18 – A CEAF-PB dará ciência da designação da equipe de arbitragem de cada partida aos
    órgãos de imprensa, clubes, árbitros através de comunicação oficial no prazo de 48
    (quarenta e oito) horas antes das respectivas partidas;
    Art. 19 – Objetivando facilitar o trabalho dos meios de comunicação, cada Clube deverá
    entregar ao quarto árbitro, até 60 (sessenta) minutos antes da hora marcada para o inicio da
    partida, a relação dos seus atletas, através do supervisor da equipe ou pessoa designada,
    contendo assinatura do capitão da equipe devidamente identificado na relação.
    Art. 20 – A relação dos atletas deverá incluir os nomes completos, numero de RG , e
    identificar os titulares e suplentes.
    Art. 21- Uma vez entregue a relação dos atletas ao quarto árbitro, o supervisor do Clube a
    afixará no quadro de avisos da parede externa do vestiário e em local visível registrando o
    horário da referida publicação.
    • As providências determinadas neste artigo deverão ser adotadas por ambos os Clubes.
    • Caso tenhamos súmula eletrônica, a relação dos atletas (pré-escala) deverá ser feita
    em sistema informatizado fornecido pela FPF, observando o prazo estabelecido no
    caput deste artigo.
    Art. 22 – 6 – O árbitro só dará início à partida após assegurar-se de que todos os atletas
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    relacionados na súmula tenham sido devidamente identificados pelo Delegado do Jogo e quarto
    árbitro, mediante apresentação e conferência de documento de identidade ou , na ausência
    deste, mediante de qualquer outro documento com valor legal no pais, desde que apresente
    foto capaz de identificá-lo.
    • O árbitro deverá anexar à súmula as relações confeccionadas pelos Clubes, nas quais
    estejam identificadas os atletas e suplentes.
    • Também deverão estar identificados, nas relações apresentadas pelos Clubes, os
    membros da comissão técnica ocupantes dos bancos de reservas.
    • Exige-se que conste da relação o médico do Clube membro da comissão técnica com
    sua especialidade médica e registro profissional no conselho Regional de Medicina.
    • No caso de preparador físico do Clube deverá constar necessariamente da relação a
    sua identidade profissional expedida pelo CREF.
    Art. 23- – Logo após a realização da partida, caberá ao árbitro elaborar a súmula, e
    correspondentes relatórios técnicos e disciplinares, fazendo-o em 3(três) vias devidamente
    assinadas pelo próprio árbitro, árbitros assistentes e quarto árbitro.
    • As primeiras e a terceiras vias da súmula, juntamente com seus anexos, serão
    acondicionadas em envelope lacrado e entregue pelo árbitro ao Delegado do Jogo, a
    quem incumbe providenciar seu envio ao Departamento de Competições através de
    serviço de remessa rápida, postado até às 14 horas do primeiro dia útil após a partida.
    • A segunda via ficará de posse do árbitro servindo-lhe como recibo.
    • Cabe ao Árbitro da partida encaminhar imediatamente a súmula e anexos à
    Departamento de Arbitragem por meio eletrônico.
    • Não serão considerados o envio ou a remessa de relatórios extras depois das súmulas
    terem sido encaminhadas à FPF, salvo se disserem respeito a fatos ocorridos após a
    saída do árbitro de seu vestiário, e exceto nos caso de RETIFICAÇÃO DE SÚMULA.
    Com referência a Retificação de Súmula, caso o Clube constate equivoco de identidade, deverá
    encaminhar e-mail ao presidente da Comissão de Arbitragem pb.ca@cbf.com.br mencionando
    ocorrido, este será encaminhado ao árbitro para analise, e será feita a correção ou não de
    maneira formal, e retornará ao solicitante.
    Art. 24- Nenhuma partida deixará de ser realizada pelo não comparecimento ou impossibilidade
    de atuação do árbitro, dos árbitros assistentes ou do quarto árbitro.
    Paragrafo Único – Na hipótese do não comparecimento ou impossibilidade de atuação de
    algum membro da equipe de arbitragem, o Delegado da Partida deverá comunicar a
    Comissão de Arbitragem através de seu presidente.
    Art. 25- A FPF poderá utilizar a tecnologia em arbitragens nas competições estaduais que
    coordena, adotando a forma, termos e limites constantes em diretrizes técnica a ser publicada
    para este fim, e do respectivos protocolo determinados pela IFAB.
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    Art. 26- Será responsabilidade exclusiva da FPF e de sua estrutura de Arbitragem ( Comissão de
    Arbitragem, Escola, sob a coordenação do líder designado i instrutor de árbitros, como
    representantes da entidade na IFAB), dar toda a orientação a todos os envolvidos na tecnologia
    da arbitragem.
    Parágrafo Único – Incumbe à FPF designar as pessoas que atuarão no processo de
    tecnologia de arbitragem: árbitros, árbitros assistentes, quarto árbitro e Árbitros de Vídeo
    (AV), sendo que estes poderão ser árbitros em atividade, ou ex-árbitros integrantes da
    estrutura de Arbitragem, ou instrutores de arbitragem internacionais e/ou nacionais.
    Art. 27- O uso de “AV“ deve ocorrer, a partir do momento em que a Comissão de Arbitragem da
    FPF apresente condições técnicas e materiais, o que poderá se dar no curso de qualquer
    competição.
    • A FPF não está a utilizar a tecnologia da arbitragem em todos os jogos da mesma
    competição ou da mesma rodada, na medida em que depende de condições técnicas e
    matérias para fazê-lo.
    • Somente o “AV” da FPF e CBF são validos para as decisões oriundas dos árbitros, que
    são dotadas de natureza fática e é definido nos termos na regra nº 5 do Futebol e do
    protocolo da IFAB.
    • A eventual existência de outros vídeos com outros ângulos obtidos em partidas com
    transmissão direta é oficiosa e não afetarão as decisões da arbitragem, sendo
    impedimentos para impugnação do resultado ou para qualquer pleito que venha a ser
    formulado pelos Clubes disputantes ou por terceiros.
    Art. 28- A designação dos árbitros para as partidas, será através de Audiência Pública,
    devidamente cumprindo a Legislação em vigor.
    Art. 29- Poderá haver para paradas para hidratação e/ou refresco, sendo autorizadas
    exclusivamente pelo árbitro, tendo duração máxima de 02 (dois) minutos.
    CAPÍTULO VII
    DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
    Art. 30 – Quaisquer solicitações para modificações na tabela, somente serão submetidas a
    análise do Departamento de Competições FPF se recebidas até 08 (oito) dias antes da data
    marcada da partida, exceto nas hipóteses comprovadas de caso fortuito ou força maior.
    Art. 31 – Os cartões amarelos dos atletas são zerados após a 1ª Fase Classificatória.
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    Art. 32 – Compete à associação detentora do mando de campo:
    a) Providenciar todas as medidas locais de ordem técnica e administrativa necessárias e
    indispensáveis à logística e à segurança das partidas, solicitando ao Poder Público
    competente a presença de agentes públicos de segurança, devidamente identificados,
    responsáveis pela segurança dos torcedores dentro e fora dos estádios, inclusive as
    previstas na Lei nº 10.671, em seus artigos 7º, 14 e seu Parágrafo 1º, 18, 20 e seus
    Parágrafos 1º a 5º, 21, 22 e seus Parágrafos 1º a 3º, 24 e seus Parágrafos 1º e 2º, 25, 26,
    27, 28, 29, 33 e seu Parágrafo Único;
    b) Ambulâncias estacionadas em local adequado à sua finalidade (com o tamanho suficiente
    para transportar uma pessoa deitada), na proporção de uma para cada 10.000 (dez mil)
    torcedores presentes à partida, sendo pelo menos uma delas dotada das características
    de UTI móvel, e compostas, todas, de pelo menos 01 (um) médico e 02 (dois)
    enfermeiros-padrão.
    Art. 33 – A FPF se reserva no direito de reprogramar jogos envolvendo clubes paraibanos que
    estejam disputando competições promovidas pela CBF, sempre que houver choque de datas
    entre as partidas do Campeonato Estadual e aquelas válidas pelas citadascompetições.
    Art. 34 – Deverão ser encaminhados pelos clubes para a FPF, os Laudos Técnicos expedidos
    pelos órgãos e autoridades competentes pela vistoria das condições de segurança,
    capacidade, higiene e de engenharia do estádio a ser utilizado como mando de campo de
    cada um deles, sendo os referidos laudos expedidos pela POLÍCIA MILITAR, CORPO DE
    BOMBEIROS, VIGILÂNCIA SANITÁRIA e ENGENHEIRO devidamente credenciado pelo CREA,
    de acordo o que determina a Lei Federal n° 10.671/03, de 15/05/03 (Estatuto do Torcedor),
    especificamente em seu artigo 23 e parágrafos, inclusive com observância das exigências
    contidastambém na PORTARIA Nº 290/15 do MINISTÉRIO DO ESPORTE, sob pena do estádio
    não poder abrigarjogos do CAMPEONATOPARAIBANODE FUTEBOL PROFISSIONAL SÉRIE “A”
    – EDIÇÃO 2021.
    Art. 35 – A FPF se reserva no direito de indicar o mando de campo dos clubes que não
    atenderem ao disposto no artigo anterior, bem assim de utilizar na tabela do campeonato a
    expressão “a definir” na indicação do mando de campo dos clubes que até a data da
    divulgação da tabela não tenham apresentado os mencionados laudos técnicos, fazendo,
    posteriormente, as devidas substituições.
    12
    Art. 36 – Nos casos em que um clube seja punido com perda de mando de campo caberá
    exclusivamente à Diretoria de Competições da FPF determinar o local onde a partida deverá
    ser disputada.
    Art. 37 – O mando de campo das partidas será exercido no limite da jurisdição do município
    a que pertença à equipe mandante, exceto em situações excepcionais, a critério da FPF e de
    acordo com o RGC.
    Art. 38 – Os direitos sobre as propriedades comerciais relacionadas com os jogos do
    Campeonato serão definidos nos acordos comerciais firmados ou autorizados pela FPF.
    Art. 39 – Os acordos comerciais e orientações operacionais/protocolares deverão ser
    respeitados integralmente pelos clubes participantes do Campeonato e serão objeto de
    Diretriz Técnica a ser publicada oportunamente.
    Art. 40 – A transmissão direta ou por mídias sociais, das partidas do Campeonato Paraibano
    da 1ª Divisão 2021, só poderá ser realizada mediante prévia e expressa autorização da
    Federação Paraibana de Futebol, respeitada a Legislação que regula a matéria.
    Art. 41 – Somente a FPF poderá autorizar a colocação de placas de publicidade estática e/ou
    eletrônica, em primeira e segunda linhas, tapetes e de qualquer outra modalidade de
    material de merchandising nos Estádios, cabendo aos Clubes mandantes das partidas a
    responsabilidade pelo cumprimento desta obrigação.
    Art. 42 – Todos os jogos da última rodada da primeira fase do Campeonato deverão ocorrer
    simultaneamente, exceto os que não estiverem relacionados com situações de classificação
    para a fase seguinte ou de descenso.
    Art. 43 – A Diretoria/FPF expedirá normas e instruções complementares que se fizerem
    necessárias à execução do presente Regulamento, e os casos omissos serão resolvidos pela
    Diretoria/FPF em concordância ao RGC/CBF.
    João Pessoa, 15 de Janeiro de 2021.
    13
    CAMPEONATO PARAIBANO DA PRIMEIRA DIVISÃO – 2021
    REC – REGULAMENTO ESPECÍFICO DA
    COMPETIÇÃO ANEXO A – RELAÇÃO DOS CLUBES
    PARTICIPANTES
    REF CLUBE
  1. Atlético Cajazeirense de Desportos
  2. Botafogo Futebol Clube
  3. Campinense Clube
  4. Desportiva Perilima de Futebol
  5. Nacional Atlético Clube
  6. São Paulo Crystal Futebol Clube
  7. Sousa Esporte Clube
  8. Treze Futebol Clube
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